31 de julho de 2006

Musica popular alternativa

É com um grande sorriso na cara que venho dizer que descobri o Zack de la Rocha português!
Chama-se Nel Monteiro e é este Senhor





Nel Monteiro parece ter deixado a musica popular tradicional e dedicar-se a um movimento musical alternativo caracterizado pelos ideais de extrema esquerda.
Tal como os seus predecessores Rage Against the Machine é capaz de aliar as suas ideias activistas com a sua imensa criatividade musical e criar um género único.


Do seu novo album é de salientar as duas versões do mesmo tema. A primeira com tons festivos em que grita Puta Vida Merda Cagalhões.
E a segunda que consegue exprimir as mesmas ideias mas com tons mais romanticos


"Quando o homem se convencer que a modernizacão do mundo tem de começar por fazer justiça e acabar com a pobreza, ai sim. Teremos um mundo melhor..."

Para mais informações http://www.nelmonteiro.com/

13 de julho de 2006

Avaliação de professores


Encontrei isto e não consegui deixar de postar...

3 de julho de 2006

Hoje sou português!!!

“Que bom a nossa selecção ganhou... nestes dias gosto de ser português.
Ponho a bandeira do chinês na varanda, tenho um discurso optimista, até saio a rua a gritar “somos os maiores”. Mas que raio, serei eu assim? Gosto assim tanto do meu país? Sou Nacionalista?!
Caramba não posso gostar do meu país nem que seja apenas no Campeonato do Mundo (mas só se ganharmos)... Custa ser “sem terra” 52 semanas por ano sem descanso, também tenho direito a gostar de ser português de vez em quando, quando o Mourinho manda umas atoardas lá prós súbditos também sabe bem, mas ganhar no mundial… fico fora de mim, e com todo o direito expulso a alegria de ser português que trago escondida dentro de mim…
Nasci aqui neste emaranhado de montanhas com muita água salgada, não gosto disto, mas enfim nasci aqui, e aqui vou tentar desenrascar-me nalgum município, ou com alguma coisita que se coma.
Não me digam que Portugal precisa de mim, ou para ser honesto e não fugir aos impostos, livra toda a gente foge aos impostos, não vou negar à minha esperteza, fazer-me de bonzinho e fazer tudo direitinho… Faço-me de burrinho, nem é de Burro, é mesmo de burrinho com aquela esperteza mansa e depois toma lá. Quero lá eu bem saber do resto, dos outros.
Sou português e gosto dos portugueses só quando o nosso Ronaldo marca, Eu Sou Português tal como o Zé, ou o Manel, e até gosto de ser assim, mas só quando a nossa selecção ganha.”

22 de junho de 2006

porque sim......

"Fitter, happier, more productive,
comfortable,
not drinking too much,
regular exercise at the gym
(3 days a week),
getting on better with your associate employee contemporaries,
at ease,
eating well
(no more microwave dinners and saturated fats),
a patient better driver,
a safer car
(baby smiling in back seat),
sleeping well
(no bad dreams),
no paranoia,
careful to all animals
(never washing spiders down the plughole),
keep in contact with old friends
(enjoy a drink now and then),
will frequently check credit at (moral) bank (hole in the wall),
favors for favors,
fond but not in love,
charity standing orders,
on Sundays ring road supermarket
(no killing moths or putting boiling water on the ants),
car wash
(also on Sundays),
no longer afraid of the dark or midday shadows
nothing so ridiculously teenage and desperate,
nothing so childish - at a better pace,
slower and more calculated,
no chance of escape,
now self-employed,
concerned (but powerless),
an empowered and informed member of society
(pragmatism not idealism),
will not cry in public,
less chance of illness,
tires that grip in the wet
(shot of baby strapped in back seat),
a good memory,
still cries at a good film,
still kisses with saliva,
no longer empty and frantic like a cat tied to a stick,
that's driven into frozen winter shit
(the ability to laugh at weakness),
calm,
fitter,
healthier and more productive
a pig in a cage on antibiotics."
(Radiohead)

Verdade

"Existe um ditado índio antigo que diz que algo vive tanto tempo quanto a última pessoa que se lembra dele. A minha cultura passou a acreditar na memória e não na história.
A memória, como o fogo, é radiante e imutável, enquanto a história, serve somente àqueles que procuram controlá-la, que conseguem apagar a chama da memória para extinguir o fogo perigoso da verdade. Cuidado com esses homens, pois eles são perigosos, e ignorantes. Sua falsa história foi escrita com o sangue daqueles que podem lembrar, e daqueles que procuram a verdade."

Este post é um pouco um seguimento do anterior colocado pelo Meireles, Informação contra-cultura.

Será que a historia que lemos nos livros e que vemos todos os dias em jornais, filmes, revistas.... é a verdade ou é apenas uma invenção criada por estes criadores-de-historia?

28 de maio de 2006

27 de maio de 2006

FUTILANDIA(FUTIL)=FUTEBOLANDIA(FUTEBOL)

"QUEM DESCEU PRIMEIRO AS ESCADAS, O QUE COMERAM AO PEQUENO ALMOÇO, O TORNOZELO QUE ESTÁ VERMELHO, “GOSTAVA DE VIR A PEGAR NELA [A TAÇA]”, “OS RAPAZES VÃO TER UM BOCADO DE PRESSÃO”, “ A ALEMANHA NATURALIZOU FANTASISTAS COMO O NANDO”, “ESTOU NUM GRANDE MOMENTO FÍSICO E PSICOLÓGICO”, “O DESEJO CRESCENTE QUE CADA VEZ MAIS ENVOLVE A NAÇÃO LUSA”, “FAZ FALTA QUARESMA PORQUE FOI MUITO CONSISTENTE”, AS BANCADAS DO LUSITANO ESTÃO SEM LICENÇA. “O DO MEIO TINHA COMO FUNÇÃO FINALIZAR OS CENTROS DA ESQUERDA E DA DIREITA”, MANICHE DEU O “TIRO MAIS SONORO AO POSTE”, OS JOGADORES “MANIFESTARAM SINTONIA”, A CONSTIPAÇÃO INIMIGA DA SELECÇÃO, “COMO TENHO MUITAS SAUDADES DA MINHA MULHER”, “TUDO O QUE FIZER MISTER SCOLARI, ESTÁ BEM”, ETC, ETC.
Ah! minha bela Futebolândia! Segue o exemplo do Montenegro e torna-te independente. Leva a televisão, a rádio e os jornais... Já tens bandeira e hino e a UE dar-te-á seguramente guarida. Deixa o silêncio por cá. Vá, rápido!" José Pacheco Pereira in "SÁBADO"

21 de maio de 2006

Campo Pequeno

Campo Pequeno, em Lisboa, reabriu com novos espaços comerciais e salas de espectáculo e, a praça de touros.



È realmente uma pena que mantenham as touradas, deixem de fazer espectáculo com animais e tão repugnante como as touradas. Assim está um investimento estragado. Ultimamente em Portugal os investimentos só têm recaído em casinos, centros comerciais e salas de espectáculo. As salas de espectáculo e de cultura tudo bem apesar de pensar que uma descentralização seria muito melhor. Quanto ao resto penso que é péssimo porque só se investe em serviços e o resto adormece.
Agora associar no mesmo espaço cultura, compras e carnificina com direito a palmas é que não cabe na cabeça de ninguém…
- Olha, façam lá um estádio novo que neste país mais um menos um ninguém nota e os touros deixam de ouvir os olés!!!

7 de maio de 2006

Informação contra-cultura

Informação contra-cultura, não é Informação contra cultura, mas sim Informação e cultura ou contra-cultura.
Temos o direito à cultura, vá culturas, e à informação. Estes dois conceitos namoram-se nos nossos dias, a informação cada vez mais acessível, bem e a cultura algo almejável por nós, interessados em comprar tudo. A informação é dada, já a cultura ainda não o é por todo.
Mas ainda bem que estes dois resolveram namorar, é que assim ao conhecermos um, conhecemos parte do outro....

30 de abril de 2006

Crazythought II

If it's zero degrees outside today and it's supposed to be twice as cold tomorrow, how cold is it going to be?

Crazythought...

If Wile Coyote had enough money for all that Acme crap, why didn't he just buy dinner?

25 de abril de 2006

25 de Abril



O 25 de Abril foi um marco histórico em Portugal. Acabou-se a ditadora e implantou-se a democracia. Não foi de um momento para o outro, como é óbvio, mas começou a poder realizar-se manifestações e a surgirem novas ideias que até aí eram impraticáveis.
Mas… parece que não é só cravos: há muito que as ideias e propósitos do 25 de Abril foram enterradas e os direitos dos trabalhadores ganhos desde então, estão a ser desprezados (como o desconto das pontes nas férias e o horário nocturno ser mais tarde).
Admito que o comunismo, apesar de não querer viver nele, teve um papel importante nesta revolução politica. Na altura Portugal precisava dessa revolução politica primeiro para depois se dar a revolução ideológica… mas faltou essa revolução ideológica. Também é triste, depois dessa importante mudança, ver governantes como o Cavaco, que não fez o discurso de 25 de Abril com um cravo, e o da Madeira, aquele Alberto João, e proibir a comemoração do dia na assembleia e a dar ponte no dia 24. Bem, não os podemos culpar de hipocrisia.

13 de abril de 2006

A EXIGENCIA PREJUDICIAL

"Ninguém pode exigir o que no fundo lhe é prejudicial. Se tal é na verdade a aparência pelo menos do homem tomado isoladamente - e é talvez essa a aparência que oferece sempre -, isso explica-se por alguém no homem procurar qualquer coisa que, sem dúvida, é útil a alguém, mas que lesa gravemente um segundo alguém, mais ou menos chamado a julgar do caso. Se o homem se tivesse colocado desde o princípio e não somente desde o julgamento ao lado do segundo alguém, o primeiro alguém ter-se-ia extinguido e com ele a exigência." Franz Kafka, in 'Meditações'

Um pouco de liberdade

É mais um atentado, por parte das forças governantes, à liberdade individual. Está-se a defender o interesse de meia dúzia de pessoas que se julgam importantes e pelo qual julgam também serem donas de seres pensantes... Trata-se de liberdade, liberdade de conhecimento, liberdade de partilha, se alguém produz um disco é com o objectivo de ser ouvido, de dar a conhecer a sua obra. É aqui que entram esses tais senhores (donos de uma gigantesca arrogância) que apenas pelo meio do capital põe no mercado a obra, e é a posição destes que está em risco, não a posição do artista. Esses senhores donos apenas de grandes somas de dinheiro querem continuar a explorar tanto artistas como o público para ver salvaguardada a sua posição, trata-se de uma forma de esclavagismo, nós somos os escravamos e eles os grandes senhores. Grandes mesmo, ao ponto de governos se baixarem aos pés destes, e já em alguns países terem recorrido à "lei" para por os escravos na ordem. Nós salvaguardemos a nossa posição e esta estará sempre garantida, continuando a ser livres, neste caso infringindo a lei. Eu não me submeterei a ordens vindas de cima, porque acima de mim só o céu

11 de abril de 2006

Música na internet


Pirataria na internet...
Ainda não vi nenhuma discográfica a fechar, cada vez as vejo mais ricas. Quem rouba são elas. Um cd custa 20€ para o consumidor e muito pouco para um produtor. E os músicos quanto ganham por cada cd. As editoras são que roubam aos músicos. Querem mas é o monopólio. Se eu tivesse uma banda queria que as musicas rodassem na net porque as bandas só ganham publicidade gratuita com isso. Já agora, alguém tira músicas sem pagar??? A Internet em Portugal é a mais cara da Europa, os dowlouds contabilizados, e porque os servidores não pagam esses direitos?

Ah… pessoal, é preciso comprar cds da Madonna e da Britney que elas já não têm dinheiro para comer.

Anda tudo louco

Ao que parece o governo português quer cortar no dinheiro por causa do défice. E vai daqui fechar tudo o que da despesa como ensino e saúde. Está-me cá a parecer que o Bolonha tem a ver com isto. Na minha opinião, é péssima esta medida devido, sobretudo, ao interior do pais. Esta provado que a tentativa de centralizar tudo é errado e prejudica o pais sobretudo porque começa e ser superlotado num lado e despovoado no outro. Um exemplo: os lisboetas não produzem comida, produzem outras coisas, mas precisam-se de alimentar; os alentejanos são ao contrário: produzem comida mas precisam da produção de Lisboa. Com o fecho das escolas em centros de saúde e hospitais, a desertificação é certa. Um pais precisa um do outro para funcionar. E, caros governantes, o dinheiro não é tudo, e má gestão nos últimos anos tem ajudado à desgraça do país. Tó, tu que andas em economia comenta lá isto.

Na França foi abolida a proposta de lei do emprego… afinal as manifestações não foram em vão.

Na Itália “cheira-me” a aldrabices pelo lado da direita.

8 de abril de 2006

Os Deuses devem estar loucos


Após uma garrafa de refrigerante ser lançada de um avião sobre uma tribo africana, os seus habitantes passam a considerá-la um presente dos deuses.

A garrafa gera uma série de conflitos e peripécias, por isso um dos nativos fica encarregue de a devolver.




Uma proposta da RTP1 para sábado ás 16:30.

Com este filme os bloguistas podem aprender um pouco mais sobre a tão falada Africa que foi bastante discutida no mês passado.

Circo das Celebridades



O último reality-show que tem dado na TV I é o circo das celebridades. Não gosto desse tipo de programas mas respeito quem goste de ver e tem todo o direito.
Aqui a causa é o uso de animais para fazer espectáculo. Gosto de ver animais mas é muito reprovável e deprimente para um animal fazer agilidades de circo. Se o Castelo Branco quer fazer figura de urso é com ele mas obrigar um urso a fazer figura de Castelo Branco é que não.
Acabem com todo o espectáculo feito por animais: eles têm muita dor desnecessária e põem-nos numa posição que não lhes pertence.
Qual é a piada de ver cães vestidos a jogar a bola? Ou animais selvagens a serem dominados por uma luta desleal. O espectáculo de touros de morte ou só touros também é lamentável nos dias de hoje.

É de aplaudir o novo circo, que ainda há pouco em Portugal, sem animais a fazer palhaçada…

24 de março de 2006

"Bolonha"

Bolonha está aí à porta, a Europa do conhecimento está a chegar a Portugal, mas está difícil de chegar aqui ao “jardim à beira mar plantado”.
Os princípios fundamentais foram lançados no documento Magna Charta Universitatum de Bolonha em 1988, há 18 anos (tinha eu dois), vários países assinaram a declaração comprometendo-se a coordenar as suas políticas de modo a conseguir os objectivos pressupostos no documento, abaixo transcritos.

• Adopção de um sistema de graus de acessível leitura e comparação,
também pela implementação do Suplemento ao Diploma, para promover
entre os cidadãos europeus a empregabilidade e a competitividade
internacional do sistema europeu do Ensino Superior;

Adopção de um sistema essencialmente baseado em dois ciclos
principais, o graduado e o pós-graduado. O acesso ao segundo ciclo vai
requerer o termo com êxito dos estudos do primeiro ciclo, com a duração
mínima de três anos. O grau conferido, após o primeiro ciclo, será
também relevante para o mercado europeu do trabalho como nível
apropriado de qualificação O segundo ciclo deverá conduzir aos graus
de mestre e/ou doutor como acontece em muitos países europeus;

• Estabelecimento de um sistema de créditos - como, por exemplo, no
sistema ECTS - como um correcto meio para promover a mobilidade
mais alargada dos estudantes. Os créditos podem também ser
adquiridos em contextos de ensino não superior, incluindo a
aprendizagem ao longo da vida, desde que sejam reconhecidos pelas
respectivas Universidades de acolhimento;

• Promoção da mobilidade, ultrapassando obstáculos ao efectivo exercício da livre mobilidade, com particular atenção:
o aos estudantes, no acesso às oportunidades de estudo e
formação, bem como a serviços correlativos;
o aos professores, investigadores e pessoal administrativo, no
reconhecimento e na valorização dos períodos passados num
contexto europeu de investigação, de ensino e de formação, sem
prejuízo dos seus direitos estatutários;

• Promoção da cooperação europeia na avaliação da qualidade, com vista
a desenvolver critérios e metodologias comparáveis;

• Promoção das necessárias dimensões europeias do Ensino Superior,
especialmente no que respeita ao desenvolvimento curricular, à
cooperação interinstitucional, aos esquemas da mobilidade e aos
programas integrados de estudo, de formação e de investigação.

Comprometeram-se também a conseguir os objectivos antes do final da primeira década do terceiro milénio.
Apesar de tudo estamos em Portugal, ainda não temos tgvs e a nossa ligação com a Europa continuará sempre interrompida pelos Pirinéus, apesar de cada vez mais portugueses terem acesso à Internet, mas este facto parece continuar a ser insuficiente para reduzir a nossa condição de periféricos.
Com isto quero dizer que Portugal continua a ser o “recto” da Europa, as decisões são tomadas lá na Europa, os nossos dirigentes assinam e depois dizem-nos a nós que tal medida é boa e vai ser implementada, ponto.
O Zé-povinho não sabe, e muitas vezes é certo não mostra grande interesse em saber, mas aceita porque alguém que manda diz que é bom.
A título de exemplo faço referência a uma situação vivida pela minha pessoa há poucos meses. Durante as eleições à AAUTAD (Associação académica de Vila Real) a lista da qual eu fazia parte tinha como um dos objectivos promover o debate sobre o processo de Bolonha, e realmente tentamos cumprir o nosso objectivo num debate realizado também para esse efeito. Mas logo à partida vimos que seria uma tarefa difícil, senão impossível dado que os representantes das outras listas faziam questão de discutir os seus problemas pessoais, e quando a questão de “Bolonha” foi posta ao candidato a Presidente por uma das listas (depois vencedora), a resposta foi curta: “Não sei, mas se houver alguém na sala que saiba…” a jornalista afirmou possuir conhecimentos na matéria mas a ela não lhe cabia na ocasião dar esclarecimentos, eu modestamente possuía alguns conhecimentos, mas não me foi permitido falar dado que o debate estava apenas destinado aos cabeças de lista. E foi esta a discussão que foi permitida aos alunos da UTAD, diga-se também que estes demonstraram mais interesse pelos aspectos pessoais das listas envolvidas do que por essa treta de Bolonha.
Agora o tempo mostra-se pouco e assiste-se a uma correria de professores, ministros, e políticos, para tomar as medidas, assinar documentos e dar curtos esclarecimentos aos interessados, os estudantes também parecem ter acordado em cima da hora e também nós estamos agora preocupados em saber o que é essa coisa.
Novos cursos abriram no ano passado, este ano…. para que no próximo ano sejam remodelados. Sempre a pensar no futuro!!!!
Discussão para quê!?

Saudações a todos os bloguistas!!

Começo por felicitar os amigos e fundadores do blog, e em particular o Meireles e o Chico por me terem feito o convite, e por dizer que é uma boa maneira de se tertuliar mais e melhor, colmatando o facto de nos reunirmos poucas vezes para o efeito.
Quanto às opiniões e criticas que farei, posso dizer-vos que me debruçarei sobre o mau e o bom da sociedade de um modo geral e em particular da sociedade portuguesa.
Despeço-me por agora, para depois voltar com o 1.º comentário.
Um abraço para todos os aqui escrevem.