6 de agosto de 2010

And now is time for...


Q-lik 2 in crise (clique para aumentar, click to increase)

4 de agosto de 2010

When the alms are too much, the poor suspects...

"George Lucas está entre os nomes daqueles que se juntaram a uma campanha para encorajar as famílias mais ricas a contribuírem para os problemas graves do planeta.
O mayor de Nova Iorque Michael Bloomberg, o herdeiro da rede hoteleira Barron Hilton, o magnata dos media Ted Turner e o realizador George Lucas são alguns dos cerca de 30 milionários que irão dar, pelo menos, metade das suas fortunas para causas humanitárias.

George Lucas pretende ver o seu dinheiro aplicado na educação: “Desde que tenha recursos disponíveis, vou tentar sempre elevar o nível dos estudantes de todas as idades”.

A iniciativa insere-se na campanha “Giving Pledge”, lançada por Bill Gates e pelo investidor Warren Buffett, que tem como objectivo incentivar o compromisso monetário dos americanos mais ricos em relação aos “problemas que mais afectam a sociedade”, como informa o “The Guardian”.

“Ao dar, inspiramos os outros a dar, seja o seu tempo ou o seu dinheiro”, salientou Michael Bloomberg. Já Warren Buffet veio dizer estar “entusiasmado com o facto de tantas pessoas estarem a contribuir”, sendo que o próprio irá dar 47 mil milhões de dólares (35,6 mil milhões de euros) à fundação de Gates, como já tinha sido anunciado.

Além dos já indicados, contam-se também outros filantropos como o banqueiro David Rockefeller, T Boone Pickens, ligado ao petróleo, além de Sandy Weill, ex-CEO do Citigroup."
in Jornal de negócios

2 de agosto de 2010

A história do "Homenzinho azul"

"Unfortunately, we’re all vulnerable to the same tendency. There’s now suggestive evidence that our faith in the authentic – especially when the authenticity is supported by effective marketing campaigns – is a deep seated human instinct, which emerges at an extremely early age. Consider a clever experiment led by the psychologists Bruce Hood and Paul Bloom. The scientists tested 43 children between the ages of three and six. The children were shown a “copying machine” – it was actually tachistoscopes that were modified to have flashing lights and buzzers – and told that it could make an exact copy of any object. After the machine was demonstrated for the kids – the scientists “copied” a block and a rubber animal – Hood and Bloom then told the kids that the machine could also duplicate toys. A ‘‘stretchy man’’ was then placed in the box and the illusion repeated. Interestingly, the young children actually preferred the “duplicate” toy and chose it 62 percent of the time. The kids didn’t worry about the “authenticity” of the stretchy man.

But Hood and Bloom didn’t stop there. They also had many of the young kids bring in their “attachment objects,” such as their favorite blanket or stuffed animal. (I still remember losing Johnny, my stuffed penguin, at the tender age of five. Grief.) The scientists then offered to “copy” the object for the kids. Four of the children simply refused – they wouldn’t let their blankie anywhere near that nefarious device. But even those kids who allowed their attachment object to be “copied” almost always refused to see the objects as equivalent. The new duplicate was a bootleg blankie, an ersatz stuffed animal. Even though the children were assured that the objects were identical, they intuitively believed that the copy wasn’t the same. It lacked a history, a bond, a sentimental attachment. It was inauthentic.

The same principle applies to brands. Although we outgrow stuffed animals, we never get beyond the irrational logic of authenticity and essentialism. There are certain things whose value depends largely on their legitimacy. While I might listen to bootleg music on my iPhone, I want the phone to be genuine. I want that Apple logo to be real. Why? Because the brand has effectively woven itself into my emotional brain.* Because when I see that logo, I don’t see a functional object. Instead, I’ve learned to respond to everything that isn’t functional, all those subtle connotations conveyed in the glossy ads. There are many blankets in the world. But there is only one blankie. The best brands are blankies."


in Wired, "Why Do We Care About Luxury Brands?" Jonah Lehrer

Isabel Alçada a dar barracada



Em entrevista ao jornal Expresso, Isabel Alçada afirmou que pondera lançar um debate para acabar com os chumbos, mas que para isso acontecer terá antes que existir "uma audição dos parceiros das escolas e dos docentes para encontrar um alternativa em que as pessoas se reconheçam".

A alternativa, diz a ministra, "é ter outras formas de apoio, que devem ser potenciadas para ajudar os que têm um ritmo diferenciado". Isabel Alçada dá como exemplo os "países do Norte da Europa": "Se disser a um inglês que o seu filho passou, ele nem percebe do que está a falar".

A medida não foi bem recebida e já esta tarde, em entrevista à Antena 1, Isabel Alçada afirmou que quer apenas um debate nacional e que o fim dos chumbos no ensino obrigatório não é para já.

in rtp





Finlândia
O ensino obrigatório começa quando as crianças têm 7 anos de idade e dura nove anos. A educação é gratuita para todo o ensino básico. O ano escolar também começa a meio de Agosto mas acaba mais cedo - no início de Junho - e prolonga-se ao longo de 190 dias. As escolas funcionam durante cinco dias por semana e o número mínimo de aulas por semana varia entre 19 e 30 horas, dependendo do nível e do número de disciplinas opcionais existentes. Este sistema tem a particularidade de existir autonomia local para estabelecer dias de férias extra. Nos dois primeiros níveis, um dia de escola não pode ter mais de cinco aulas, no resto dos níveis no máximo podem existir sete aulas por dia. Normalmente uma aula tem a duração de 60 minutos. Em termos de constituição de turmas, não existe qualquer regra quanto ao número de alunos por turma. Normalmente, agrupam-se os alunos por idade mas, desde que apropriado, alunos com diferentes idades poderão ter aulas juntos. O currículo é estabelecido pelo quadro nacional de educação e inclui objectivos e critérios de avaliação. De acordo com estas normas, cada escola, juntamente com as autoridades locais, estabelece o seu próprio currículo que atende às especificidades do contexto local. As áreas obrigatórias são Língua Materna e Literatura, segunda Língua Nacional, Línguas Estrangeiras, Ambiente, Educação para a Saúde, Religião ou Ética, História, Estudos Sociais, Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia, Educação Física, Música, Educação Visual, Economia do Lar e Aconselhamento. Nos primeiros seis anos existe um único professor para a maior parte das matérias, mas há aulas que são dadas por professores especialistas, principalmente em áreas como educação visual, música e educação física. A partir do 7.º ano, os alunos passam a ter diferentes professores para a maior parte das matérias. O sistema de avaliação é contínuo e é feito a partir de testes dados pelos professores. Durante a educação primária o aluno pode também repetir de ano.


Mais informações:
http://www.eurydice.org


Senhora Ministra como vê nos países nórdicos a malta também reprova. Pois é, não anda a fazer os trabalhos de casa e depois quer passar nas eleições. Ou então não sabe bem o que quer que é o que mais parece.

Claro que o ideal é que ninguém reprovasse. Deve haver um mínimo de exigência para o país ter educação e poder ser competitivo. O problema da educação em Portugal é que culturalmente não se dá muito valor a ela.




1 de agosto de 2010

31 de julho de 2010

And now is time for...



30 de julho de 2010

29 de julho de 2010

Pimba ou Tradicional?



Esta questão em relação à música homónima dos Galandum que está na box do Sons-dos-Montes, é colocada da seguinte forma: Electrónica ou Tradicional. Agora que o Trance e o Drum'n'Bass estão em desuso é preciso beber novas influências aos instrumentos destemperados portuguesas, como a fraita (flauta pastoril), nesta ocasião.

28 de julho de 2010

Vinicius das Morais

23 de julho de 2010

O prazer da arte publicitária



Enel SpA (ENEL, "Ente nazionale per l'energia elettrica") é uma empresa italiana com sede em Roma que quem tem como àreas de negócio a produção e distribuição de energia eléctrica e a distribuição de gás natural. A Enel será o equivalente, para Portugal, à EDP. E à semelhança do que a EDP tem feito a nível publicitário a Enel também apela ao sentimento e ao Futuro dos consumidores.

Uma nota, em relação a este spot publicitário, para a interprete da música do anúncio, Dulce Pontes

Legaliza Malaquias - Uxu Kalhus

21 de julho de 2010

Os carros, as SCUTs, o Contribuinte e o Estado‏

Contribuinte - Gostava de comprar um carro.

Estado - Muito bem. Faça o favor de escolher.

Contribuinte - Já escolhi, tenho que pagar alguma coisa?

Estado - Sim. De acordo com o valor do carro (IVA)

Contribuinte - Ah. Só isso.

Estado - e uma "coisa" para regularização fiscal de
veículos junto das Alfândegas(ISV)

Contribuinte - Ah. E é só isso.

Estado - e uma "coisinha" para o por a circular (selo)

Contribuinte - Ah!

Estado - e mais uma coisinha na gasolina necessária
para que o carro efectivamente circule (ISP)

Contribuinte - mas sem gasolina eu não circulo.

Estado - Eu sei.

Contribuinte - mas eu já pago para circular.

Estado - claro.

Contribuinte - então vai cobrar-me pelo valor da
gasolina?

Estado - também. mas isso é o IVA. o ISP é outra
coisa diferente.

Contribuinte - diferente?

Estado - muito. o ISP é porque a gasolina existe.

Contribuinte - porque existe?

Estado - há muitos milhões de anos os dinossauros e
o carvão fizeram petróleo. E você paga.

Contribuinte - só isso?

Estado - Só. Mas não julgue que pode deixar o carro
assim como quer.

Contribuinte - como assim?

Estado - Tem que pagar para o estacionar.

Contribuinte - para o estacionar?

Estado - Exacto.

Contribuinte - Portanto pago para andar e pago
para estar parado?

Estado - Não. Se quiser mesmo andar com o carro
precisa de pagar seguro.

Contribuinte - Então pago para circular, pago
para conseguir circular e pago por estar parado.

Estado - Sim. Nós não estamos aqui para enganar ninguém.
O carro é novo?

Contribuinte - Novo?

Estado - é que se não for novo tem que pagar para
vermos se ele está em condições de andar por aí.

Contribuinte - Pago para você ver se pode cobrar?

Estado - Claro. Acha que isso é de borla?
Só há mais uma coisinha...

Contribuinte - Mais uma coisinha?

Estado - Para circular em auto-estradas

Contribuinte - mas eu já pago imposto de circulação.

Estado - mas esta é uma circulação diferente.

Contribuinte - Diferente?

Estado - Sim. Muito diferente. É só para quem quiser.

Contribuinte - Só mais isso?

Estado - Sim. Só mais isso.

Contribuinte - E acabou?

Estado - Sim. Depois de pagar os 25 euros acabou.

Contribuinte - Quais 25 euros?

Estado - Os 25 euros que custa pagar para andar
nas auto-estradas.

Contribuinte - Mas não disse que as auto-estradas
eram só para quem quisesse?

Estado - Sim. Mas todos pagam os 25 euros.

Contribuinte - Quais 25 euros?

Estado - Os 25 euros é quanto custa.

Contribuinte - custa o quê?

Estado - Pagar.

Contribuinte - custa pagar?

Estado - sim. Pagar custa 25 euros.

Contribuinte - Pagar custa 25 euros?

Estado - Sim. Paga 25 euros para pagar.

Contribuinte - Mas eu não vou circular nas
auto-estradas.

Estado - Imagine que um dia quer...tem que pagar

Contribuinte - tenho que pagar para pagar porque
um dia posso querer?

Estado - Exactamente. Você paga para pagar o que
um dia pode querer.

Contribuinte - E se eu não quiser?

Estado - Paga multa.

Já que falas em Chá Manes - Terence Mckenna - Culture is your operating system

Warnings:
The author of this post believes that there are other ways, besides this one, to format your operating system.
Please read the CD box instructions of your operating system before you format it.
If you don´t find the instructions please ask your parents or call +1 GOD-666-000

20 de julho de 2010

O Meu Filme do Mês "Lucky People Center International"

O filme que agora apresento neste espaço Lucky People Center International é o resultado do trabalho de um colectivo artístico Sueco, que foca a sua essência numa mistura de imagens (ao estilo de "Baraka") e música, aproximando-se mais dos género Ambient/Trance.
Lucky People Center International é um documentário , que a princípio não se percebe muito bem qual a mensagem, mas no qual o papel social da dança é bastante explorado. Intercalando com entrevistas e imagens magistralmente editadas o documentário prossegue alternado entre a simplicidade da natureza e a complexidade e os excessos da vida metropolitana. Pelo meio aparecem xamans, divas, messias, uma mistura de crenças e religiões de um mundo globalizado, que fazem jus ao título do filme.
Este é um filme que em determinados momentos se torna repetitivo e intenso, devido principalmente às misturas exprimentais que são feitas a nível musical.

Um filme demasiado "globalizador" no qual é difícil extrair uma única mensagem, mas que em termos artísticos merece uma boa nota.

país: Suécia

ano: 1998

género: Documentário

duração: 85 min

Realização: Erick Pause, Johan Söderberg

Banda Sonora:
  • "Let There Be Pleasure"
    by Johan Söderberg, Erik Pauser


  • "Look Down"
    by Johan Söderberg, Erik Pauser

  • "The Pulse"
    by Johan Söderberg, Erik Pauser

  • "Chan Chan"
    by Johan Söderberg, Erik Pauser

  • "Taiko-Monkey"
    by Johan Söderberg, Erik Pauser

  • "Progress"
    by Johan Söderberg, Erik Pauser

  • "Action"
    by Johan Söderberg, Erik Pauser

  • "Constant Dance"
    by Johan Söderberg, Erik Pauser

  • "Death"
    by Johan Söderberg, Erik Pauser

  • "Haka"
    by Bub Wehi, Te Waka Huia

17 de julho de 2010

wHEn i was a boy...

16 de julho de 2010

United Colours of Hippietown™

Hoje vai toda a gente pa casa cedinho!!



Tenho dito!

Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!"

*Pablo Neruda*

15 de julho de 2010

A Pic tour of mY mInD


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A Pic tour of mY jOb