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12 de dezembro de 2010

Dizeres


QUEREMOS TRABALHO!!
"À sombra de uma Azinheira..."


escutado por aí

9 de dezembro de 2010

Tornado Real

O Grande Tornado de Tomar é o um Adamastor pós-moderno. Procuram-se estrelas e astrolábios que beijem a valer. E um timoneiro que não tenha medo de morrer em espiral, enquanto engole sapos e cotovias. Isto é um teste ao país.
Mas cautela!Dá próxima voamos todos, grátis e com os pés atados por fibra óptica, porque ao telefone uma menina com uma voz singela me disse que protege contra intempéries, é material rijo.
Por outro lado estamos a fazer progressos no ranking dos coitadinhos da União Europeia. Finalmente vamos figurar no Discovery Channel e dar um espectáculo para o mundo inteiro. Cá para mim este tornado são resquícios da Cimeira da Nato ou assim.
Estamos a evoluir de desgraçadinhos para desgraçados a sério.
E desta vez, finalmente, não nos podemos queixar realmente do tempo, porque foi um tornado, tornado real por este.

26 de novembro de 2010

Injustiça Social


Fonte: Piem, Un trait, c'est tout, B. Arthaud, 1972.

Segurança Social sem Fundo


Fonte: Konk, Des sous! Du temps!, Éd. Denoel,1989, p.33

17 de novembro de 2010

Razão da Crise Financeira Portuguesa.



Enquanto a maioria de nós circula sem saber dessa realidade, os bancos, associados aos governos e corporações continuaram a aperfeiçoar e expandir as suas tácticas de guerra económica implantando novas bases como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional [FMI], enquanto inventavam um novo tipo de soldado: o nascimento do assassino económico. "Há dois modos de subjugar e escravizar de uma nação. Um é pela força, o outro é pelas dívidas". Nós (USA), assassinos económicos, fomos os responsáveis pela criação desse primeiro império realmente global. Trabalhamos de muitas maneiras diferentes. Talvez a mais comum seja identificar um país que tem recursos, como petróleo (exemplo). E em seguida, conseguir um empréstimo enorme para esse país através do Banco Mundial ou uma de suas organizações irmãs. Só que o dinheiro nunca vai realmente para o país. Ele acaba indo para as nossas grandes corporações para criar projetos de infraestrutura nesse país. Usinas de energia, parques industriais, portos… coisas que beneficiam uns poucos ricos desse país e também as nossas corporações, mas não a maioria das pessoas. Entretanto, essas pessoas, o país inteiro acaba ficando com uma enorme dívida. A dívida é tão grande que eles não conseguem pagá-la, e isso é parte do plano... Eles não podem pagá-la! Então, num certo ponto, nós assassinos económicos vamos lá e dizemos “perdeu muito dinheiro, não vai conseguir pagar a sua dívida, então venda o seu petróleo bem barato para nossas petrolíferas, deixe-nos construir uma base militar no seu país... envie tropas para apoiar uma das nossas, nalgum lugar do mundo como o Iraque ou vote na gente na próxima cúpula da ONU" Pedem para privatizar a sua companhia eléctrica e vender o seu sistema de água e esgoto para corporações americanas ou outras corporações multinacionais. Então é uma coisa que só cresce, e é tão típico, esse modo como o FMI e o Banco Mundial operam. Eles colocam um país numa dívida, aí eles se oferecem para refinanciar a dívida, cobrando mais juros. E eles exigem esse “escambo” que é chamado de condicionalidade ou boa governança que basicamente significa que eles têm que vender os seus recursos incluindo muitos serviços sociais, as suas empresas de serviços básicos, às vezes os seus sistemas educacionais, os seus sistemas penitenciários, os seus sistemas previdenciários… para corporações estrangeiras. Isso é um ganho duplo, triplo, quádruplo!

Retirado do filme Zeitgeist - Addendum (2008)



Basicamente é o que se passa em Portugal e a conferencia da NATO em Lisboa é mais uma prova do que foi relatado neste filme, ou seja, da escravidão de Portugal perante outros países ocidentais, onde a NATO dispõe da base das Lajes e de tropas portuguesas em guerras que só podemos estar contra. Como relatado, Portugal dispõe de uma enorme divida externa que não será pága, mais as medidas de austeridade etc..., MAS existem 10 milhões de euros para "segurança" só porque vem a Lisboa o nosso patrono, com tolerâncias de ponte, fecho das fronteiras, autorizações para sair de casa, etc....

29 de outubro de 2010

Expressa-te

Expressa-te, deita cá pra fora, mesmo que em crise (Psicológica?) não deixes de dizer o que sentes...

Será que o facto de se proferir indistintamente alguma coisa faz aumentar as perspectivas de que isso venha realmente a acontecer?


Ps. Sou Mestre em Engenharia:)

6 de outubro de 2010

Dizeres, verdade ou ficção

Uma mulher da vida na leitura da sentença em tribunal perante o Meritíssimo Juiz, levanta a saia e diz

Senhor Doutor juíz:

Daqui como, daqui bebo
daqui pago a quem devo
se o senhor Juiz me quiser condenar
aqui terá de o vir buscar

29 de setembro de 2010

Dizeres

"Um Homem tem um c$&#lho, e quem tem co$a tem tudo!"

22 de setembro de 2010

Rentrée Educação

Mais um ano lectivo, mais polémicas, escolas a fechar/abrir e a caravana passa.
E a sra. Ministra fala com uma oralidade que ninguém se atreve a contestar:



Mensagem Sra Ministra da Educação Sexual (por Rui Unas)

2 de agosto de 2010

Isabel Alçada a dar barracada



Em entrevista ao jornal Expresso, Isabel Alçada afirmou que pondera lançar um debate para acabar com os chumbos, mas que para isso acontecer terá antes que existir "uma audição dos parceiros das escolas e dos docentes para encontrar um alternativa em que as pessoas se reconheçam".

A alternativa, diz a ministra, "é ter outras formas de apoio, que devem ser potenciadas para ajudar os que têm um ritmo diferenciado". Isabel Alçada dá como exemplo os "países do Norte da Europa": "Se disser a um inglês que o seu filho passou, ele nem percebe do que está a falar".

A medida não foi bem recebida e já esta tarde, em entrevista à Antena 1, Isabel Alçada afirmou que quer apenas um debate nacional e que o fim dos chumbos no ensino obrigatório não é para já.

in rtp





Finlândia
O ensino obrigatório começa quando as crianças têm 7 anos de idade e dura nove anos. A educação é gratuita para todo o ensino básico. O ano escolar também começa a meio de Agosto mas acaba mais cedo - no início de Junho - e prolonga-se ao longo de 190 dias. As escolas funcionam durante cinco dias por semana e o número mínimo de aulas por semana varia entre 19 e 30 horas, dependendo do nível e do número de disciplinas opcionais existentes. Este sistema tem a particularidade de existir autonomia local para estabelecer dias de férias extra. Nos dois primeiros níveis, um dia de escola não pode ter mais de cinco aulas, no resto dos níveis no máximo podem existir sete aulas por dia. Normalmente uma aula tem a duração de 60 minutos. Em termos de constituição de turmas, não existe qualquer regra quanto ao número de alunos por turma. Normalmente, agrupam-se os alunos por idade mas, desde que apropriado, alunos com diferentes idades poderão ter aulas juntos. O currículo é estabelecido pelo quadro nacional de educação e inclui objectivos e critérios de avaliação. De acordo com estas normas, cada escola, juntamente com as autoridades locais, estabelece o seu próprio currículo que atende às especificidades do contexto local. As áreas obrigatórias são Língua Materna e Literatura, segunda Língua Nacional, Línguas Estrangeiras, Ambiente, Educação para a Saúde, Religião ou Ética, História, Estudos Sociais, Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia, Educação Física, Música, Educação Visual, Economia do Lar e Aconselhamento. Nos primeiros seis anos existe um único professor para a maior parte das matérias, mas há aulas que são dadas por professores especialistas, principalmente em áreas como educação visual, música e educação física. A partir do 7.º ano, os alunos passam a ter diferentes professores para a maior parte das matérias. O sistema de avaliação é contínuo e é feito a partir de testes dados pelos professores. Durante a educação primária o aluno pode também repetir de ano.


Mais informações:
http://www.eurydice.org


Senhora Ministra como vê nos países nórdicos a malta também reprova. Pois é, não anda a fazer os trabalhos de casa e depois quer passar nas eleições. Ou então não sabe bem o que quer que é o que mais parece.

Claro que o ideal é que ninguém reprovasse. Deve haver um mínimo de exigência para o país ter educação e poder ser competitivo. O problema da educação em Portugal é que culturalmente não se dá muito valor a ela.




21 de julho de 2010

Os carros, as SCUTs, o Contribuinte e o Estado‏

Contribuinte - Gostava de comprar um carro.

Estado - Muito bem. Faça o favor de escolher.

Contribuinte - Já escolhi, tenho que pagar alguma coisa?

Estado - Sim. De acordo com o valor do carro (IVA)

Contribuinte - Ah. Só isso.

Estado - e uma "coisa" para regularização fiscal de
veículos junto das Alfândegas(ISV)

Contribuinte - Ah. E é só isso.

Estado - e uma "coisinha" para o por a circular (selo)

Contribuinte - Ah!

Estado - e mais uma coisinha na gasolina necessária
para que o carro efectivamente circule (ISP)

Contribuinte - mas sem gasolina eu não circulo.

Estado - Eu sei.

Contribuinte - mas eu já pago para circular.

Estado - claro.

Contribuinte - então vai cobrar-me pelo valor da
gasolina?

Estado - também. mas isso é o IVA. o ISP é outra
coisa diferente.

Contribuinte - diferente?

Estado - muito. o ISP é porque a gasolina existe.

Contribuinte - porque existe?

Estado - há muitos milhões de anos os dinossauros e
o carvão fizeram petróleo. E você paga.

Contribuinte - só isso?

Estado - Só. Mas não julgue que pode deixar o carro
assim como quer.

Contribuinte - como assim?

Estado - Tem que pagar para o estacionar.

Contribuinte - para o estacionar?

Estado - Exacto.

Contribuinte - Portanto pago para andar e pago
para estar parado?

Estado - Não. Se quiser mesmo andar com o carro
precisa de pagar seguro.

Contribuinte - Então pago para circular, pago
para conseguir circular e pago por estar parado.

Estado - Sim. Nós não estamos aqui para enganar ninguém.
O carro é novo?

Contribuinte - Novo?

Estado - é que se não for novo tem que pagar para
vermos se ele está em condições de andar por aí.

Contribuinte - Pago para você ver se pode cobrar?

Estado - Claro. Acha que isso é de borla?
Só há mais uma coisinha...

Contribuinte - Mais uma coisinha?

Estado - Para circular em auto-estradas

Contribuinte - mas eu já pago imposto de circulação.

Estado - mas esta é uma circulação diferente.

Contribuinte - Diferente?

Estado - Sim. Muito diferente. É só para quem quiser.

Contribuinte - Só mais isso?

Estado - Sim. Só mais isso.

Contribuinte - E acabou?

Estado - Sim. Depois de pagar os 25 euros acabou.

Contribuinte - Quais 25 euros?

Estado - Os 25 euros que custa pagar para andar
nas auto-estradas.

Contribuinte - Mas não disse que as auto-estradas
eram só para quem quisesse?

Estado - Sim. Mas todos pagam os 25 euros.

Contribuinte - Quais 25 euros?

Estado - Os 25 euros é quanto custa.

Contribuinte - custa o quê?

Estado - Pagar.

Contribuinte - custa pagar?

Estado - sim. Pagar custa 25 euros.

Contribuinte - Pagar custa 25 euros?

Estado - Sim. Paga 25 euros para pagar.

Contribuinte - Mas eu não vou circular nas
auto-estradas.

Estado - Imagine que um dia quer...tem que pagar

Contribuinte - tenho que pagar para pagar porque
um dia posso querer?

Estado - Exactamente. Você paga para pagar o que
um dia pode querer.

Contribuinte - E se eu não quiser?

Estado - Paga multa.

12 de julho de 2010

Comboio em Trás-os-Montes

Primeira Viagem de comboio em Vila Real


Ultima viagem de comboio em Vila Real


Nota-se bem o progresso...





8 de junho de 2010

Feriados Religiosos

Comunicado: Feriados Religiosos

Lisboa, 7 de Junho de 2010 - O MLS - Movimento Liberal Social considera que a existência em Portugal de feriados nacionais estreitamente ligados à religião católica se coaduna mal com a desejável laicidade do Estado. O MLS defende a liberdade religiosa e a imparcialidade do Estado em relação às diversas religiões professadas ou não professadas pelos habitantes de Portugal, considerando que a todos eles devem ser concedidas condições iguais para celebrar ou deixar de celebrar os dias de observância religiosa que cada um entenda convenientes.

O MLS constata que a religião católica é hoje observada apenas por uma minoria dos habitantes de Portugal, sendo que para a a maioria dos habitantes alguns dos actuais feriados religiosos não têm qualquer utilidade para além de constituírem dias de férias extra. Exemplos notórios são o dia do Corpo de Deus, o dia 15 de Agosto e o dia 8 de Dezembro.

O MLS deseja que a todos habitantes de Portugal seja concedida liberdade de optarem pelos dias de férias que melhor se adequem aos seus desejos e/ou às suas obrigações religiosas. Neste sentido, o MLS convida a Assembleia da República a rever o actual regime de feriados, eliminando os feriados religiosos, com prioridade para os três acima referidos, e substituindo-os por um aumento do número de dias de férias pagas obrigatoriamente concedidos a todos os trabalhadores.

O MLS considera que uma tal medida, para além de aumentar a liberdade de todos os portugueses, teria também vantagens económicas, ao evitar períodos de encerramento de empresas, realização de "pontes" ou o pagamento de compensações extraordinárias aos trabalhadores pela trabalho em dias feriados.


in http://www.liberal-social.org/


Ideia interessante esta: mais dias de férias e retira-se feriados religiosos...

4 de junho de 2010

Polémica. Alunos com 15 anos vão poder saltar do 8.º para o 10.º ano


«Ministério da Educação permite aos alunos com mais de 15 anos fazer as provas do 9.º ano e saltar a última etapa do ensino básico

27 de maio de 2010

FIFA e organização impõem-se contra vuvuzelas

O director executivo do comité organizador do Mundial, Danny Jordaan, e o secretário geral da FIFA, Jérôme Valcke, pediram mais silêncio durante o campeonato, numa alusão às vuvuzelas.

O barulho provocado pelas cornetas já provocou a reclamação dos canais de televisão que consideram atrapalhar a transmissão televisiva e o trabalho dos comentadores.

Danny Jordaan anunciou que era preciso diminuir o volume e “mudar a cultura” dos habitantes, visto que aquele objecto é um símbolo dos adeptos sul-africanos. “Há muito barulho no estádio, e isso é um problema. Isso é um assunto a ser discutido e queremos ver hoje (quinta) à noite. Quando há anúncios importantes, quando o presidente fala, todos devem ser capazes de ouvir. Pedimos essa disciplina. Quando os hinos nacionais são tocados, as pessoas devem respeitar. Não podemos ter barulho nos hinos, referiu.

Esta quinta-feira realiza-se um jogo amigável, em Joanesburgo, entre a África do Sul e a Colômbia, que será um teste à reacção dos adeptos.

Jérôme Valcke também espera mais silêncio da parte dos adeptos mas não se referiu especificamente às vuvuzelas. Questionado se já tinha havido alguma reclamação, referiu que “houve na Taça das Confederações” e que é preciso “trabalhar nisso”.

Os organizadores pedem também aos espectadores que se desloquem ao estádio com antecedência para evitar a confusão em cima da hora.

in Correio da Manhã

24 de maio de 2010

Moda facista



A campanha publicitária de uma marca de roupa para jovens está a causar muita polémica e contestação em Palermo. Pelas ruas da cidade da Sicília, estão espalhados cartazes com a imagem de Adolf Hitler, antigo líder nazi, nos quais se pode ler a mensagem “Muda de estilo. Não sigas o teu líder”.

in Correio da Manhã

13 de maio de 2010

"Só" mais um...

Depois de milhões de Euros gastos pelos contribuintes na visita do Papa e dos portugueses adormecidos acontece isto:


«Não haverá aumento de impostos» disse José Sócrates há menos de um mês atrás, acrescentando que «aqueles que trabalham e criam poupança no país não possam ser os que pagam a crise». Hoje o discurso não foi o mesmo.

Mas não foi só Sócrates que deu o dito por não dito. Também Passos Coelho acusou o governo do primeiro-ministro de «querer fazer um aumento encapotado de impostos» e que, se assim fosse, esse seria o «pior caminho para Portugal».

Hoje, dia 13 de Maio não há milagre que os salve. Sócrates e Passos Coelho anunciam o aumento dos impostos ignorando todas as promessas que fizeram para trás.

in destakes


08/03/2010

10 de maio de 2010

Sociologia do Futebol Espectáculo

Queiroz, que não Eça, convocou três brasileiros, um venezuelano, três luso-africanos entre outras peças justas ou injustas, não sei. O que sei é que todos temos compromissos, todos temos uma identidade, uma origem...
O problema é que hoje não há origem e pior do que isso a falta de respeito abunda, no sentido de brincarem com as emoções das pessoas pensando que nós, simples mortais, somos bichos temporais manipulados pelo vento.
Quando à pouco vi a convocatória da Selecção nada me surpreendeu, porque a maior política deste país é o futebol, gera milhões e movimenta um monopólio chamado Portugal. Quando vejo que este acaso raro não é acompanhado pelas pessoas do poder é triste. A questão é só uma: motivação! Motiva-me mais ouvir "i have a feeling" ou uma voz da estirpe de uma Ana Moura ou Tereza Salgueiro? (a Nelly também foi uma escolha forçada, mas justificável e pode-se dizer que resultou bem) Será que os ares de Manchester mudam os neurónios de Madrid das pessoas?
Quem estará mais motivado: um central preto mediano ou um médio com tatuagens que já no Boavista não revelava uma humildade comparável ao Petit? A droga justifica tudo? Porque é que somos tão medíocres? Um jogador de futebol não deveria ser compensado socialmente ao invés de lhe encherem as bentas de cifrões? É que assim qualquer dia rasgo o cartão único, vulgo cú, com os dentes.
"Ó tempo, volta p'ra trás..."