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29 de setembro de 2010

Dizeres

"Um Homem tem um c$&#lho, e quem tem co$a tem tudo!"

26 de janeiro de 2010

Censor Situacionista (!!!pneu!!!)

Ontem em Bragança, no histórico Espaço Domus não foi tipo truta mas foi tipo isto:



off topic:

1-Esta nova face do blog apanhou-me tão de surpresa como o renascimento das cinzas de Borges Veloso, economista respeitado à escala mundial, quiçá planetária.

2-Temos uma seguidora brasileira. É nova é certo, mas temos que educar os brasileiros a falar português e não o contrário. Se neste mui humilde blog vir palavras do género "pinbolim" e "cára", ele corre o risco de falecer na sua essência portuguesa.

3-Dizem que vai nevar em Bragança mas não acreditem, é só para obrigar as pessoas a vestir mais roupa e transpirarem mais na Rua da Amargura, Lote 30, 4ºET.

7 de dezembro de 2009

Censor Situacionista (B Fachada)

O que se passou foi o seguinte:
Conhecia de nome, conhecia o fenómeno e a própria editora, sabia que era um cantautor, mas de facto era ignóbil no sentido prático da vivência humana - não conhecia o "seu som". Pois bem, como eu continuo a gostar de kinder's supresas musicais, resolvi ir ver o homem no mui nobre pequeno auditório do Teatro de Vila Real e fiquei deveras satisfeito. Vi ali um"melting pot" de Variações, Zeca, um timbre vocal a roçar um Antony mas sem os Johnsons e o seu aparato lírico-estético, porque este rapaz é dos antigos, mais pragmático e por isso sozinho com um piano, guitarra clássica (com tendência para uma desafinação prematura) e viola braguesa.
Segue a tradição trovadoresca onde a temática central (cantigas de amor) partilha o universo da política social envolvente (música de intervenção), e por sua vez paredes mistas com a ironia bem fininha do imaginário português (cantigas de escárnio e mal dizer?).
Pois é, a música como veículo sentimental ou simplesmente uma forma de comunicação.
Deve ser este o prisma existencial de/do B Fachada.

Teatro de Vila Real, 5 de Dezembro de 2009


ps: Censor Situacionista é uma rubrica que anota para sempre o aparato cultural do meu meio envolvente.